Baixa contagem de bifidobactérias em pacientes adultos com doença celíaca, em dieta isenta de glúten

AUTOR(ES)
FONTE

Arq. Gastroenterol.

DATA DE PUBLICAÇÃO

2014-06

RESUMO

Contexto A ingestão do glúten é responsável pelos sintomas da doença celíaca, mas outros fatores ambientais também podem influenciar. Tem sido mostrado que as cepas do género Bifidobacteriumproporcionam proteção contra a resposta inflamatória, lesão da mucosa causada por péptidos da gliadina in vitro.ObjetivosEste estudo foi desenvolvido para comparar as concentrações de bifidobactérias e pH fecal de pacientes com doença celíaca em dieta isenta de glúten e indivíduos controles, a fim de identificar se o desequilíbrio na microbiota fecal ainda permanece durante o tratamento da doença celíaca e, identificar a necessidade de suplementação alimentar com pré ou probióticos.MétodosForam analisadas as fezes de 42 indivíduos saudáveis e 14 pacientes com doença celíaca. A contagem de bifidobactérias nas fezes foi feita em meio seletivo BIM-25. A análise microscópica das colônias foi realizada por coloração de Gram. A identificação do géneroBifidobacterium foi realizada por determinação de phosphoketolase frutose-6-fosfato. O pH fecal foi medido usando um medidor de pH.ResultadosAs concentrações de bifidobactérias por grama de fezes foi significativamente mais elevada nos indivíduos saudáveis (controles) (1,5 ± 0,63 x108 UFC/g), quando comparada com pacientes com doença celíaca (2,5 ± 1,5 x107 UFC/g). O pH fecal não foi diferente entre pacientes celíacos (7,19 ± 0,521) e controles (7,18 ± 0,522).ConclusõesEstes resultados sugerem que, com concentrações inferiores de bifidobactérias, pacientes com doença celíaca tem um desequilíbrio na microbiota intestinal, independentemente do pH, mesmo durante uma dieta isenta de glúten. Este fato poderá favorecer o processo patológico da doença.

ASSUNTO(S)

bifidobacterium microbiota concentração de íons de hidrogênio doença celíaca dieta livre de glúten

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