Prevalência de marcadores sorológicos do vírus da hepatite B em cirurgiões-dentistas, após vacinação. / Prevalência de marcadores sorológicos do vírus da hepatite B em cirurgiões-dentistas, após vacinação.

AUTOR(ES)
DATA DE PUBLICAÇÃO

2005

RESUMO

De acordo com o Ministério da Saúde do Brasil (1994), dentre as doenças de reconhecida transmissão ocupacional na prática odontológica destaca-se a hepatite B como a de maior risco de contaminação e prevalência, causando o maior número de mortes e interrupções da prática clínica entre dentistas. Portanto, é fundamental se recorrer às imunizações antes do início da vida profissional. O objetivo deste trabalho foi avaliar a soroprevalência para hepatite B em uma amostra de 120 cirurgiõesdentistas (CD). Os dados clínico-epidemiológicos e registros de informações referentes à vacinação foram obtidos por questionário individual auto-aplicativo. Os marcadores sorológicos anti-HBs, anti-HBc e AgHBs foram dosados por ensaio imunoenzimático quimioluminescente automatizado. Os resultados mostram que 5,83% dos voluntários apresentaram no soro anticorpos anti-HBc; porém nenhuma das amostras mostrou positividade no teste de identificação de AgHBs. Observou-se que 53,4% dos indivíduos estudados receberam três doses da vacina e uma dose de reforço, 3,33% foram vacinados com uma dose; 15% com duas doses; 25% com três doses; e 3,33% não souberam informar. Respeitaram os intervalos entre as doses 72,1% dos indivíduos, contra 15,3% que não respeitaram e 12,6%, que não souberam informar. Dentre as amostras, 21,7 % apresentaram níveis séricos de anti-HBs inferiores a 10 mUI/ml sendo as amostras consideradas Negativas. A análise estatística dos dados diferenças significativas entre os grupos nas distribui,coes quanto ao grupo étnico e ao intervalo entre doses. Os resultados obtidos revelam que a maior freqüência foi de indivíduos vacinados com três doses mais a dose de reforço; o índice de acidentes com material pérfuro-cortante foi elevado; a soroprevalência de CD positivos para anti-HBc foi baixa, não houve casos de detecção de AgHBs, e estes dados estão abaixo das descritas na literatura. O percentual de CD vacinados em Salvador que não estão protegidos (anti- HBs ≥ 10 mUI/mL) é elevado, porém inferior aos percentuais observados em outros estudos. Os hábitos sociais revelaram uma população de baixo risco para contágio por via sexual. O estudo sugere a realização de campanha de conscientização a respeito da importância da avaliação sorológica pós-vacinal, assim como da profilaxia pósexposição e referente às precauções universais de biossegurança.

ASSUNTO(S)

imunologia vhb anti-hbs vhb hepatite b b hepatitis anti-vhb immunoprofilaxy anti-vhb soroprevalence imunoprofilaxia soroprevalência

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