Perceptions of deaf subjects about communication in Primary Health Care

AUTOR(ES)
FONTE

Rev. Latino-Am. Enfermagem

DATA DE PUBLICAÇÃO

18/03/2019

RESUMO

RESUMO Objetivo: analisar as percepções de indivíduos com surdez em relação ao processo comunicacional com profissionais de saúde da Atenção Básica do Estado do Rio de Janeiro. Métodos: estudo observacional transversal. A coleta de dados foi feita através da aplicação de questionário com perguntas quantitativas e qualitativas a 121 surdos adultos. As respostas objetivas foram estudadas descritivamente através de tabelas de frequência e analisadas por estatísticas inferenciais e de regressão logística. E, para os dados oriundos de questões abertas, foi realizada uma análise de conteúdo. Resultados: a falta de intérprete e a não utilização da Língua Brasileira de Sinais pelos profissionais foram percebidas como principais barreiras comunicacionais. Já a presença de acompanhante ouvinte (73%) e o uso de mímicas/gestos (68%) estão entre as estratégias mais utilizadas pelos surdos. A maioria dos surdos relatou insegurança após as consultas e os que melhor compreenderam seu diagnóstico e tratamento foram os surdos bilíngues (p=0,0347) e os oralizados (p=0,0056). Conclusão: a comunicação com os profissionais foi facilitada quando os surdos estavam com acompanhante ou quando utilizavam mímicas e gestos, sendo a língua de sinais negligenciada, apesar da legislação garantir aos surdos atendimento por profissionais capacitados para o uso desta.ABSTRACT Objective: to analyze the perceptions of deaf individuals about the communication process with health professionals of the state of Rio de Janeiro. Methods: cross-sectional observational study. Data were collected through the application of a questionnaire with quantitative and qualitative questions to 121 deaf adults. Objective responses were studied descriptively through frequency tables and analyzed by inferential statistics and logistic regression. The data from the open questions were analyzed through content analysis. Results: the lack of interpreters and the lack of use of the Brazilian Sign Language by professionals were perceived as the main communication barriers. In turn, the presence of companions who are listeners (73%) and the use of mime/gestures (68%) were among the strategies most used by the deaf. The majority of deaf people reported insecurity in consultations, and those who best understood their diagnosis and treatment were the bilingual deaf (p = 0.0347) and the deaf who used oral communication (p = 0.0056). Conclusion: communication with the professionals was facilitated when the deaf people had a companion or when they used mimics and gestures. Sign language was neglected, despite the fact that the provision of care to the deaf by professionals trained to use this language is guaranteed in the legislation.

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