Immunohistochemical study of endocrine cells in the gastrintestinal tube in bats (Mammalia, Chiroptera) / Estudo imuno-histoquímico das células endócrinas do tubo gastrintestinal de morcegos (Mammalia, Chiroptera)

AUTOR(ES)
DATA DE PUBLICAÇÃO

2007

RESUMO

Este trabalho visou analisar a influência do hábito alimentar na distribuição regional e freqüência relativa das células endócrinas secretoras de colecistoquinina, gastrina, serotonina e enteroglucagon nos morcegos insetívoros (Lonchorhina aurita e Molossus molossus), frugívoros (Artibeus cinerius e Sturnira lilium), nectarívoros (Anoura geoffroyi e Glossophaga soricina) e hematófago (Desmodus rotundus). Foram utilizados ao todo vinte e quatro animais, coletados durante a noite, com auxílio de redes japonesas ou puçá e tarrafas em diversos pontos, da reserva do Tinguá em Nova Iguaçu (Rio de Janeiro) e caverna casa de Pedra (SE-01) Fazenda Santo Antonio, Itabaiana (Sergipe). Fragmentos de duas regiões do estômago (fundo e piloro) e três fragmentos do intestino (duodeno, jejuno/íleo e intestino grosso) foram removidos, fixados, processados e em seguida submetidos à imunohistoquímica. Quatro tipos de células imunoreativas (IR) para serotonina (5-HT), gastrina (GAS), colecistoquinina (CCK) e enteroglucagon (GLUC) foram identificadas na mucosa gástrica e intestinal das espécies estudadas. Sendo as células imunoreativas a 5-HT, GAS, GLUC identificadas no estômago e as células IR a 5-HT, CCK e GLUC identificadas no intestino. A distribuição regional e freqüência relativa das células endócrinas variaram conforme as espécies e hábito alimentar. As células IR a serotonina foram encontradas ao longo de todo o tubo gastrintestinal, sendo o tipo celular predominante. As células IR a gastrina foram abundantes e fortemente marcadas na região pilórica de todas as espécies estudadas, sendo a maior freqüência relativa encontrada nos morcegos frugívoros. As células IR a CCK foram observadas ao longo do intestino de todas as espécies estudadas, variando apenas a sua freqüência relativa. Sua distribuição pode ser observada tanto nas glândulas intestinais, como entre as células epiteliais de revestimento. As células IR ao enteroglucagon apresentaram menor freqüência relativa quando comparadas às outras células endócrinas. Houve diferenças na distribuição e na freqüência relativa das células endócrinas do tubo gastrintestinal dos animais de mesmo hábito alimentar. Entretanto, estas diferenças foram menores quando comparadas com os animais de hábitos alimentares diferentes.

ASSUNTO(S)

morfologia imuno- histoquímica imunnohistochemical tubo gastrintestinal gastrintestinal tube células endócrinas endocrine cells morcegos bats

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