HOMEWARD BOUND TRANSLINGUALISM: (RE)TRANSLATING DAI SIJIE’S AUTONARRATION

AUTOR(ES)
FONTE

Cad. Trad.

DATA DE PUBLICAÇÃO

25/11/2019

RESUMO

Resumo Os autores migrantes que escrevem em idiomas estrangeiros são um dos efeitos mais tangíveis da globalização da literatura chinesa contemporânea em curso nos dias de hoje. Dai Sijie, escritor e cineasta emigrante chinês, escolheu o Francês para expressar sua narrativa sobre a China. Em pouco tempo, ele se tornou um exemplo de como a presença de várias culturas dentro de um indivíduo pode resultar em auto-hibridização. Seu primeiro romance Balzac et la Petite Tailleuse chinoise (2000) baseia-se na experiência de Dai Sijie durante seu exílio e conta a história de dois jovens cuja reeducação foi fortemente influenciada por Romances ocidentais proibidos na China. Mas o que acontece quando um texto literário nascido como um trabalho translinguístico e transcultural é traduzido de volta em sua língua (e cultura) de origem? A mediação é realizada duas vezes ou é anulada? Como esse processo afeta a representação do autor? O presente artigo responderá a essas perguntas através de uma análise comparativa dos romance e suas versões em chinês (publicado no P.R.C. e Taiwan), com foco nas (re) traduções linguísticas e culturais. A “febre da literatura mundial” enfatiza a força centrífuga que empurra a literatura da China para o Ocidente, mas a globalização é um movimento circular que às vezes implica o regresso a casa de uma literariedade chinesa “à prova de oeste”.Abstract Migrant authors writing in foreign languages are one of the most tangible effects of the ongoing globalization of contemporary Chinese literature. Dai Sijie, Chinese émigré writer and film-maker, chose the French language to voice his narration of China. Soon he became an example of how the presence of multiple cultures within an individual can result in self-hybridization. His first novel Balzac et la Petite Tailleuse chinoise (2000) is based on Dai Sijie’s own experience of banishment and tells the story of two youths whose re-education is strongly influenced by Western novels banned in China. But what happens when a literary text born as a translingual and transcultural work is translated “back” into its language (and culture) of origin? Is the mediation performed twice or undone? How does this process affect the author’s representation? This article will answer such questions through a comparative analysis of the novel and its Chinese versions (published in the P.R.C. and Taiwan), by focusing on the linguistic and cultural (re)translations. The “world literature fever” stresses the centrifugal force pushing literature from China to the West, yet globalization is a circular movement that sometimes implies the homecoming of a “Westproof” Chinese literariness.

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