Experiência inicial com a oclusão tubária por via histeroscópica (Essure®)

AUTOR(ES)
FONTE

Einstein (São Paulo)

DATA DE PUBLICAÇÃO

2016-06

RESUMO

RESUMO Objetivo Avaliar os resultados das primeiras oclusões tubárias realizadas pela via histeroscópica (Essure®). Métodos Estudo prospectivo com 38 pacientes, sendo 73,7% caucasianas, com média de idade de 34,5 anos, e com 3 gestações e 2,7 partos em média. Do total, 86,8% das pacientes fizeram preparo prévio do endométrio. Todos os procedimentos foram ambulatoriais e sem anestesia. Resultados A taxa de inserção do dispositivo foi de 100%, com tempo médio de 4 minutos e 50 segundos. Segundo a Escala Visual Analógica, a dor média obtida foi de três, e 55,3% das mulheres não referiram qualquer dor após o método. Ocorreu um caso de reflexo vagal e 89,5% das pacientes retornaram às atividades normais no mesmo dia. Após 3 meses, 89,5% das pacientes encontravam-se muito satisfeitas com o método. A radiografia simples da pelve evidenciou 92,1% de dispositivos tópicos, ocorrendo um caso de expulsão unilateral. Após 4 anos de seguimento, não houve falha do método. Conclusão A oclusão tubária por via histeroscópica em regime ambulatorial e sem anestesia foi um procedimento rápido, bem tolerado, isento de complicações graves e com alta taxa de sucesso e satisfação das pacientes.

ASSUNTO(S)

esterilização tubária/métodos histeroscopia/métodos anticoncepção procedimentos cirúrgicos ambulatórios

Documentos Relacionados