CÃrculos de cultura em saÃde mental: perspectivas de equipes da estratÃgia saÃde da famÃlia / Culture circles in mental health: perspectives of family health strategy teams

AUTOR(ES)
FONTE

IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia

DATA DE PUBLICAÇÃO

10/12/2009

RESUMO

A EstratÃgia SaÃde da FamÃlia (ESF) aparece no cenÃrio da saÃde mental como espaÃo estratÃgico para o acolhimento das pessoas em sofrimento mental pela possibilidade de articulaÃÃo de formas de integraÃÃo entre usuÃrio, famÃlia, redes de suporte social da comunidade e serviÃos de saÃde. A realidade, no entanto, ainda demonstra pouca aproximaÃÃo das aÃÃes em saÃde mental na AtenÃÃo BÃsica pelos profissionais, exigindo estratÃgias que visualizem a situaÃÃo e encaminhem propostas de atuaÃÃo. Tais recursos apresentam-se como tecnologias leves de cuidado que viabilizam o âempoderamentoâ dos sujeitos, sendo os cÃrculos de cultura um desses exemplos. Esta pesquisa objetivou possibilitar espaÃo de cÃrculo de cultura quanto à abordagem em saÃde mental sob a perspectiva da equipe da ESF. Pesquisa-aÃÃo desenvolvida junto a 22 profissionais de duas equipes da ESF do MunicÃpio de Juazeiro do Norte â CE - Brasil, utilizando como referencial metodolÃgico os cÃrculos de cultura, propostos por Paulo Freire. A produÃÃo dos dados se deu, inicialmente, por meio de visitas de campo, contando como instrumentos um roteiro de entrevista semi-estruturada e a observaÃÃo nÃo sistemÃtica com registro em diÃrio de campo. Em seguida, foram realizados seis cÃrculos de cultura, nos quais foram abordaram aspectos da integralidade do cuidado em saÃde, do histÃrico da loucura, as novas abordagens em saÃde mental, desde a Reforma PsiquiÃtrica, a interface da saÃde com a doenÃa mental e a integraÃÃo entre saÃde mental e ESF. A anÃlise foi realizada pela triangulaÃÃo dos dados sob o referencial teÃrico da atual PolÃtica Nacional de SaÃde Mental e da Reforma PsiquiÃtrica. Nos encontros com os profissionais, as concepÃÃes sobre a saÃde mental centralizaram-se no adoecimento, determinando aÃÃes fragmentadas e relacionadas ao encaminhamento e prescriÃÃo medicamentosa. Nos momentos subsequentes, os participantes visualizam as relaÃÃes entre a saÃde e a doenÃa mental, entre os fatores sociais, culturais e biolÃgicos imbricados no sofrimento mental, vislumbrando aspectos intersetoriais que trouxessem repercussÃes para a prÃtica. Com isso, os participantes conjecturaram formas de intervir pelo adequado acolhimento da demanda, o reconhecimento das problemÃticas e a organizaÃÃo dos recursos presentes para atuar no sentido da promoÃÃo da saÃde mental, prevenÃÃo de agravos e assistÃncia dos casos de sofrimento mental da comunidade. Os cÃrculos de cultura em saÃde mental permitiram a aproximaÃÃo dos participantes com elementos desconhecidos no campo da saÃde mental, seguida da problematizaÃÃo das demandas locais e reflexÃo quanto Ãs possibilidades de atuaÃÃo com os recursos da comunidade e do serviÃo. Assim, foi possibilitado o âempoderamentoâ dos indivÃduos, por meio da sensibilizaÃÃo diante Ãs questÃes em saÃde mental, fortalecendo os vÃnculos entre a equipe e os conhecimentos para acolher situaÃÃes de saÃde mental como campo de assistÃncia na AtenÃÃo BÃsica.

ASSUNTO(S)

enfermagem saÃde mental promoÃÃo da saÃde programa saÃde da famÃlia enfermagem

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