Aspects of reproduction and sexual dimorphism of Lygophis flavifrenatus (Dipsadidae: Xenodontinae)

AUTOR(ES)
FONTE

Iheringia, Sér. Zool.

DATA DE PUBLICAÇÃO

28/03/2019

RESUMO

RESUMO Lygophis flavifrenatus Cope, 1862 é um dipsadídeo terrestre distribuído pelo Brasil subtropical, Paraguai, Uruguai e Argentina. Apresentamos aqui dados sobre dimorfismo sexual e biologia reprodutiva desta espécie muito pouca estudada. Um total de 108 espécimes (55 fêmeas, 50 machos, três filhotes com sexo não identificado) procedentes dos estados brasileiros do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul foram analisados. Dimorfismo sexual por tamanho, dimensões corporais (tamanho da cauda, tamanho da cabeça, largura da cabeça) e número de escamas ventrais e subcaudais não é bem marcado na espécie. Fêmeas maduras atingem tamanhos maiores e possuem maior número de escamas ventrais do que os machos maduros. Machos maduros, por sua vez, apresentaram maior cauda, maior comprimento e largura de cabeça e maior número de escamas subcaudais. Entretanto, marcada sobreposição foi observada para os intervalos de todas as dimensões corporais e número de escamas ventrais e subcaudais. Fêmeas atingem a maturidade sexual com maior tamanho do que machos. A menor fêmea madura apresentou comprimento rostro-cloacal (SVL) = 402 mm, enquanto que o menor macho maduro apresentou SVL = 285 mm. As fêmeas apresentaram um ciclo reprodutivo sazonal, com os estágios avançados (desenvolvimento avançado de folículos secundários e desenvolvimento de ovos) ocorrendo no final do inverno e primavera. Filhotes recém-eclodidos foram encontrados no fim do verão. É suposto que apenas uma desova ocorra por ciclo, considerando-se que a grande maioria dos folículos secundários encontrados em fêmeas ovadas apresentou forma irregular ou lamelar (possivelmente atrésicos). O tamanho da prole variou de 6 a 12 ovos (média = 8,2) e apresentou uma tendência à correlação positiva com o SVL das progenitoras. O presente estudo adiciona novas informações ao conhecimento sobre a história natural de serpentes procedentes do Neotrópico subtropical.ABSTRACT Lygophis flavifrenatus Cope, 1862 is a terrestrial dispsadid distributed in subtropical Brazil, Paraguay, Uruguay, and Argentina. Herein, we present data on sexual dimorphism and reproductive biology of this very poorly studied species. A total of 108 specimens (55 females, 50 males, three hatchlings with unidentified sex) from Brazilian states of Rio Grande do Sul, Santa Catarina and Mato Grosso do Sul were analyzed. Sexual dimorphism by size, body dimensions (tail length, head length, head width) and a number of ventral and subcaudal scales is not well marked in the species. Mature females attain the greater size and have a higher number of ventral scales than mature males. Mature males, in turn, presented longer tail, longer and wider head and a higher number of subcaudal scales. Meanwhile, marked overlaps were observed in ranges of all body dimensions proportions and a number of ventral and subcaudal scales. Females attained sexual maturity at a greater size than males. The smallest mature female showed snout-vent length (SVL) = 402 mm while the smallest mature male presented SVL = 285 mm. Females presented a seasonal reproductive cycle, with advanced stages (advanced development of secondary follicles and development of eggs) occurring in late winter and spring. Hatchlings were found in late summer. It is supposed that only one clutch is laid per cycle, considering that the great majority of secondary follicles found in females carrying eggs were irregular or lamellar shaped (possibly atresic). Clutch sizes varied from 6 to 12 eggs (mean = 8.2) and presented a tendency for positive correlation with progenitors SVL. The present study adds new information to the knowledge about the natural history of snakes from subtropical Neotropics.

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