3. Fístula Arteriovenosa Renal (FAVR) é uma causa rara e potencialmente reversível de hipertensão e insuficiência renal e/ou cardíaca. O tratamento da FAVR visa preservar o máximo de parênquima renal e, concomitantemente, erradicar os sintomas e efeitos hemodinâmicos decorrentes da FAVR. No presente estudo, serão relatados três casos de FAVR, incluin
Fonte: Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Data de publicação: 01/05/2009
4. Data de publicação: 2010
5. Aneurismas venosos abdominais são raros. Os localizados nas veias ilíacas externas estão entre os mais infrequentes aneurismas venosos publicados na literatura. Relatamos o caso de um paciente jovem com aneurisma venoso gigante de veia ilíaca externa secundário a uma fístula arteriovenosa adquirida há 20 anos, tratado pelos métodos convencional e end
Fonte: Jornal Vascular Brasileiro. Data de publicação: 01/09/2011
6. Fístula arteriovenosa (FAV) é uma rara complicação pós-nefrolitotripsia percutânea (NLP). Apresentamos o caso de um paciente de 70 anos, sexo masculino, que apresentou sangramento maciço após NLP, tratado por angioembolização renal superseletiva com implante de stent. Após a embolização, houve resolução do sangramento. FAV é uma complicação
Fonte: Jornal Brasileiro de Nefrologia. Data de publicação: 01/09/2009
7. OBJETIVO: Identificar as percepções sensoriais dos clientes frente à fistula artério-venosa (FAV) e descrevê-las a partir dos sentidos sócio comunicantes do corpo. MÉTODOS: Aplicação de técnicas criativas durante sessão de hemodiálise com cinco pacientes. Foi pedido que desenhassem algo que representasse a presença da fístula artério-venosa e
Fonte: Acta Paulista de Enfermagem. Data de publicação: 2008
8. Malformações arteriovenosas uterinas são pouco freqüentes. Os autores relatam um caso de fístula arteriovenosa traumática tratada por embolização seletiva das artérias uterinas, método que tem sido utilizado no controle da hemorragia pós-parto e hemorragia resultante de malignidade pélvica. Uma discussão é apresentada para ressaltar uma conseq
Fonte: Radiologia Brasileira. Data de publicação: 01/08/2004