Relationship between Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) and intra-abdominal pressure in intensive care unit

AUTOR(ES)
FONTE

ABCD, arq. bras. cir. dig.

DATA DE PUBLICAÇÃO

2014-12

RESUMO

RACIONAL: Os pacientes em unidade de terapia intensiva estão em risco de desenvolver hipertensão intra-abdominal e síndrome compartimental abdominal. OBJETIVOS: Descrever a relação entre o Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) com a pressão intra-abdominal e a relação do SOFA com fatores de risco para hipertensão intra-abdominal. MÉTODO: Com base nas recomendações da World Society of Abdominal Compartment Syndrome, foram medidas as pressões intra-abdominais dos pacientes nas 24h e 48h da admissão na UTI e calculado o SOFA ao final das 24h e 48h. O tempo de coleta foi de dois meses. RESULTADOS: Não houve correlação entre o SOFA e a pressão intra-abdominal. Foram 70% de homens com idade média de 44 anos, sendo 10% oriundos da cirurgia geral (pressão intra-abdominal média de 11) e 65% da neurocirurgia (pressão intra-abdominal média de 6,7). Apenas três (7,5%) apresentaram hipertensão intra-abdominal. O SOFA máximo foi de 15 e a falência orgânica mais frequente foi a neurológica com 77%. Houve forte correlação entre o SOFA das 24h e 48h com a pressão de pico respiratória (ρ=0,43/p=0,01; ρ=0,39/p=0,02). CONCLUSÕES: Não houve correlação entre o SOFA e a pressão intra-abdominal nos pacientes aqui estudados; contudo, sinalizou ser possível em pacientes com operação abdominal ou naqueles com sepse abdominal. BACKGROUND: Patients in the intensive care unit are at risk of developing intra-abdominal hypertension and abdominal compartment syndrome. AIM: To describe the relation between Sequential Organ Failure Assessment (SOFA) vs. intra-abdominal pressure and the relation between SOFA and risk factors for intra-abdominal hypertension. METHOD: In accordance with the recommendations of the World Society of the Abdominal Compartment Syndrome, the present study measured the intra-abdominal pressure of patients 24 h and 48 h after admission to the unit and calculated the SOFA after 24 h and 48 h. Data was collected over two-month period. RESULTS: No correlation was found between SOFA and intra-abdominal pressure. Seventy percent of the patients were men and the mean age was 44 years, 10% had been referred from general surgery (with a mean intra-abdominal pressure of 11) and 65% from neurosurgery (with a mean intra-abdominal of 6.7). Only three (7.5%) presented with intra-abdominal hypertension. The highest SOFA was 15 and the most frequent kind of organ failure was neurological, with a frequency of 77%. There was a strong correlation between the SOFA after 24 h and 48 h and peak respiratory pressure (ρ=0.43/p=0.01; ρ=0.39/p=0.02). CONCLUSION: No correlation was found between SOFA and intra-abdominal pressure in the patients covered by the present study. However, it is possible in patients undergoing abdominal surgery or those with abdominal sepsis. Não houve correlação entre o SOFA e a pressão intra-abdominal nos pacientes aqui estudados; contudo, sinalizou ser possível em pacientes com operação abdominal ou naqueles com sepse abdominal.

ASSUNTO(S)

health sciences

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