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Prenatal diagnosis of congenital rubella infection in São Paulo

AUTOR(ES)
FONTE

Rev. Assoc. Med. Bras.

DATA DE PUBLICAÇÃO

2014-10

RESUMO

Objetivo: a rubéola, durante os primeiros estágios da gravidez, pode levar a graves defeitos congênitos, conhecidos como síndrome da rubéola congênita (SRC). Amostras de gestantes com sintomas e suspeitas da rubéola congênita foram coletadas entre 1996 e 2008. Métodos: um total de 23 amostras de fluido amniótico, 16 amostras de sangue fetal, um produto da concepção e uma placenta foram analisados por sorologia e PCR. Resultados: todas as gestantes apresentaram sorologia positiva para IgG/IgM para o vírus da rubéola. Entre os recém-nascidos, 14 apresentaram anticorpos IgG positivos e 11 foram os anticorpos IgM positivos. Das 25 amostras analisadas neste estudo, 24 eram positivas por RT-PCR. Alterações na ultrassonografia foram encontradas em 15 (60%) dos 25 fetos infectados com o vírus da rubéola. Morte fetal e aborto espontâneo foram reportados em 10 (40%) dos 25 casos analisados. O vírus da rubéola foi amplificado por PCR em todos os fetos que apresentaram alterações na ultrassonografia, compatíveis com a rubéola. Morte fetal e aborto foram relatados em 10 dos 25 casos analisados. Conclusão: os resultados mostraram que os ensaios moleculares são ferramentas importantes para o diagnóstico precoce da rubéola e da síndrome da rubéola congênita. Objective: rubella during the early stages of pregnancy can lead to severe birth defects known as congenital rubella syndrome (CRS). Samples collected from pregnant women with symptoms and suspected of congenital rubella infection between 1996 and 2008 were analyzed. Methods: a total of 23 amniotic fluid samples, 16 fetal blood samples, 1 product of conception and 1 placenta were analyzed by serology and RT-PCR. Results: all patients presented positive serology for IgG / IgM antibodies to rubella virus. Among neonates, 16 were IgG-positive, 9 were IgM-positive and 4 were negative for both antibodies. Of the 25 samples analyzed in this study, 24 were positive by RT-PCR. Changes in ultrasound were found in 15 (60%) of 25 fetuses infected with rubella virus. Fetal death and miscarriage were reported in 10 (40%) of the 25 cases analyzed. The rubella virus was amplified by PCR in all fetuses with abnormal ultrasound compatible with rubella. Fetal death and abortion were reported in 10 of 25 cases analyzed. Conclusion: this study, based on primary maternal rubella infection definitely confirms the good sensitivity and specificity of RT-PCR using amniotic fluid and ultrasound. The results showed that molecular assays are important tools in the early diagnosis of rubella and congenital rubella syndrome.

ASSUNTO(S)

health sciences




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