Ground reaction force and electromyographic activity of transfemoral amputee gait: a case series

AUTOR(ES)
FONTE

Rev. bras. cineantropom. desempenho hum.

DATA DE PUBLICAÇÃO

31/01/2013

RESUMO

O comportamento da Força de Reação do Solo (FRS) e a atividade eletromiográfica formam uma parte dos dados que caracterizam a biomecânica da marcha. O estudo destes parâmetros é importante para a recuperação da locomoção e para compreensão do impacto da amputação e dos componentes protéticos nos movimentos desenvolvidos no andar. Portanto, esta série de casos tem como objetivo descrever a atividade eletromiográfica e a FRS de amputados transfemorais. Para mensurar a FRS, foi utilizada uma plataforma de força e um sistema de eletromiografia monitorou os músculos vasto lateral, bíceps femoral, tibial anterior e gastrocnêmio lateral da perna não-amputada. As médias das componentes vertical e ânteroposterior da FRS, a atividade eletromiográfica e variáveis descritivas foram analisadas. Foi observado uma diminuição da magnitude da FRS vertical e ânteroposterior e das variáveis descritivas da componente ânteroposterior da FRS durante a fase de propulsão na perna amputada. Houve aumento na atividade fásica muscular e co-ativação na perna não-amputada. Pode-se concluir que os amputados transfemorais unilaterais analisados nesta série de casos desenvolveram menor FRS na perna amputada e longos períodos de atividade eletromiográfica na perna não amputada durante a marcha.Ground reaction forces (GRF) and electromyographic activity form a part of the descriptive data that characterise the biomechanics of gait. The research of these parameters is important in establishing gait training and understanding the impact of amputation and prosthetic components on movement during the act of walking. Therefore, this case series describes the GRF and electromyographic activity in the gait of transfemoral amputees. A force plate was used to measure GRF, and an electromyographic system monitored the vastus lateralis, biceps femoris, tibialis anterior, and gastrocnemius lateralis muscles of the non-amputated leg. The average vertical and anteroposterior GRF time-curves, average electromyographic activity, and descriptor variables were then analysed. We observed decreases in vertical and anteroposterior GRF magnitudes as well as in anteroposterior GRF descriptor variables during the propulsive phase in the amputated leg. There were increases in phasic muscle activity and co-activation in the non-amputated leg. We concluded that, during walking, the unilateral transfemoral amputees (who were analysed in this case series) developed lower GRF in the amputated limb and a longer period of electromyographic activity in the non-amputated limb.

ASSUNTO(S)

health sciences

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