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Adubação fosfatada em inhame em duas épocas de colheita

AUTOR(ES)
FONTE

Horticultura Brasileira

DATA DE PUBLICAÇÃO

01/12/2011

RESUMO

O baixo teor de fósforo nos solos tropicais torna essencial pesquisas sobre sua adubação em culturas pouco estudadas como o inhame. Assim, o objetivo foi avaliar a produtividade do inhame (cultivar Da Costa) em função de doses de fósforo e épocas de colheita. De fevereiro a dezembro de 2009 foi conduzido um experimento em delineamento experimental de blocos casualizados, em parcelas subdivididas, em quatro repetições. Nas parcelas foram avaliadas seis doses de fósforo (0, 100, 200, 300, 400 e 500 kg ha-1 de P2O5), e nas subparcelas duas épocas de colheitas (sete e nove meses após o plantio). Os pesos máximos de túberas colhidas aos sete e aos nove meses foram 1,94 e 2,20 kg com 245 e 240 kg ha-1 de P2O5, respectivamente. Não houve efeito das doses de fósforo na produtividade total aos sete meses, sendo o valor médio 13 t ha-1. A máxima produtividade comercial foi 11,8 t ha-1 com 266 kg ha-1 de P2O5. Aos nove meses, as máximas produtividades total (24,7 t ha-1) e comercial (20,5 t ha-1) foram obtidas com 285 e 226 kg ha-1 de P2O5, respectivamente. As máximas percentagens de túberas classificadas como primeira foram 80 e 90% aos sete meses e noves meses com 320 e 277 kg ha-1 de P2O5, respectivamente. As doses econômicas foram de 219 e 233 kg ha-1 de P2O5 para obtenção de 20,19 t ha-1 e 12,88 t ha-1 de túberas comerciais aos nove e sete meses, representando incrementos de 19,17 e 3,9 t ha-1 em relação à ausência do insumo, respectivamente.

ASSUNTO(S)

dioscorea cayennensis adubação fosfatada produção e qualidade de túberas




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