ILA - ILF - ILE - ILG: quem dá conta?

AUTOR(ES)
FONTE

Rev. bras. linguist. apl.

DATA DE PUBLICAÇÃO

28/02/2014

RESUMO

Este texto discute pressupostos e implicações dos termos língua franca, internacional, global, estrangeira e adicional relacionados ao inglês. Abordados a partir da práxis pedagógica do ensino-aprendizagem em escolas públicas no Brasil (GIMENEZ, CALVO & EL KADRI, 2011), e segundo um referencial pós-estruturalista com base no pensamento de Derrida e Foucault sobre texto e discurso, o artigo enfoca principalmente a concepção de língua nessa terminologia. As conotações atribuídas à língua inglesa são analisadas a partir da ocorrência dos termos em documentos oficiais, artigos internacionais recentes e resumos de apresentações num congresso brasileiro de formação de professores; os usos dos termos são contrapostos à noção de inglês como língua estrangeira (ILE), utilizada historicamente em referência ao ensino-aprendizagem desta língua no Brasil.This paper discusses some of the assumptions behind the use of the terms international, global, foreign, additional language and língua franca when referring to English. Such terminology is approached from the angle of the pedagogical praxis surrounding teaching-learning English in Brazilian public schools (GIMENEZ, CALVO & EL KADRI, 2011), based on Derrida´s and Foucault´s thoughts on text and discourse, taken here as our focal point when analyzing such terminology for English language teaching. The connotations attributed to English are analyzed in their occurrence in language policy documents, international academic journals and abstracts of papers presented at a Brazilian teacher's education conference; the uses of the terms are contrasted with English as a foreign language (EFL), as has been traditionally used in Brazil.

ASSUNTO(S)

linguistics, letters and arts

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